Ela era rebelde. Queria mudar o mundo sobre duas rodas, como Che (clichê!?). Foi crucificada por assumir que fumou e tragou, perdeu o emprego. Quis virar gente grande e entrar para o mundo de Brasília. Quase chegou lá. Se separou. Largou as drogas. Encontrou Buda, Jesus, Jeová e todos os santos e orixás. Se encantou por um careca conservador já senhorzinho e casado. Passou a acenar outras bandeiras para atingir o poder. Trocou seus bótons. Achou um emprego de menininha. Passou a aparecer na TV toda produzida, dar mil entrevistas para jornais, acho que agora deve até freqüentar colunas sociais. Agora, é disputada entre os conservadores. Diz que não vai ceder porque quer ser a cabeça do poder. Não com o meu apoio. Ela me lembrou os tempos que estudei a história da república no começo do século passada: “nada mais conservador do que um liberal, nada mais liberal do que um conservador”.
Existe sim. Mas nem dá para citar quem se enquadra neste perfil. A lista seria infinita. rssss. bjs
nossa! rápida no gatilho! :: bom, muiiiiiito bom!!! bem vinda mocinha.
17.03.08 14:39 - gisele
Muito bom!! Seja bem-vinda!
17.03.08 16:00 - lcmanini
adorei o texto. ela existe? imagino que aos montes.... hehehe. abracos e bem-vinda!
17.03.08 14:16 - isis
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