<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0">
    <channel>
        <title>Mulher de Mentira</title>
        <link>http://mrita.tipos.com.br</link>
        <description></description>
        <language>pt-br</language>
        <generator>tipos.org v. 0.2</generator>
        <copyright>© 2000-2007 tipos.com.br</copyright>
        <category>Weblog</category>
        <docs>http://backend.userland.com/rss</docs>
        <item>
        <title>Risadas na poltrona</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/08/01/risadas-na-poltrona</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/08/01/risadas-na-poltrona</guid>
    <description><![CDATA[Confesso que ontem estava com uma preguicinha de ir ao cinema. Sessão, das 21h30 (pensar que eu tinha q levantar às 7h30 no dia seguinte), uma comédia romântica  francesa  (as mulheres de verdade adoram comédias românticas americanas, eu odeio e não sei o que elas pensam das francesas, aliás, nem eu tinha uma opinião formada) e meu pescoço não parava de doer (maldito torcicolo). Mas fui. E o longa foi uma grata surpresa. Dei boas risadas com “Amar Não Tem Preço”, de Pierre Salvadori. A história gira em torno do encontro oportunista Irene (Audrey Tautou, do Amelie Poulain) com o barman Jean (Gad Elmaleh), que ela pensa ser um ricaço. É uma boa oportunidade de dar risada com situações que colocam amor e relações de interesse em discussão.<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/08/01/risadas-na-poltrona">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://fermendonca.tipos.com.br/arquivo/2008/08/01/da-serie-textos-antigos-de-cadernos-esquecidos">Da série Textos Antigos de Cadernos Esquecidos</a></li><li><a href="http://magro.tipos.com.br/arquivo/2008/08/01/aumenta-esse-volume">AUMENTA ESSE VOLUME!</a></li><li><a href="http://janavila.tipos.com.br/arquivo/2008/08/01/a-vida-na-roca-e-liiiiiiinda">A vida na roça é liiiiiiinda</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/08/01/risadas-na-poltrona</comments>
    <pubDate>Fri, 01 Aug 08 12:32:47 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Judas Barros morreu</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/07/25/judas-barros-morreu</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/07/25/judas-barros-morreu</guid>
    <description><![CDATA[Acabou de receber um e-mail com um texto que foi divulgado pela UEL sobre a morte do Judas Barros. Como muitos do tipos conheceram ou tiveram aula com ele, reproduzo o texto:<br />
<br />
<b>Professor Eduardo Barros será velado na Acesf</b><br />
  <br />
O professor Eduardo Judas Barros, assessor de Relações Internacionais da UEL morreu de falência múltipla dos órgãos hoje, às 14h40, na Unidade Coronariana do Hospital Evangélico, onde estava internado desde o último domingo. O velório será na Acesf. Os detalhes sobre o enterro ainda estão sendo definidos pela família.<br />
Nascido em 21 de janeiro de 1944 em Goa, na Índia, ele emigrou para o Brasil na década de 1970 em busca de especialização na área de Relações Públicas. Era professor da UEL desde 1983.<br />
Era graduado em Filosofia Social pela Pontificial Athaeneum Of Poona (1969), mestre em Sociologia - University Poona (1973), mestre em Filosofia Social - Jawaharlal Nehru University New Delhi (1975), doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (1989) e doutor em Ciência Social (Antropologia Social) pela Universidade de São Paulo (1982). <br />
Ele criou o Núcleo de Estudos Afro-Asiáticos da UEL, em 1985, objetivando o intercâmbio cultural e artístico com outros países, notadamente a Índia e promovia eventos como os festivais de danças étnicas.<br />
Foi secretário municipal da Cultura na segunda gestão de Antonio Belinati.<br />
<br />
++++++++++++++++<br />
<b>Comentários meus</b> - Quem vai falar sobre o pacto da mediocridade com os novos alunos de jornalismo da UEL?<br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/07/25/judas-barros-morreu">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://isis.tipos.com.br/arquivo/2008/07/25/humanity-lobotomy">“Humanity Lobotomy”</a></li><li><a href="http://lielson.tipos.com.br/arquivo/2008/07/25/um-cara-a-moda-antiga">Um cara à moda antiga</a></li><li><a href="http://chuva.tipos.com.br/arquivo/2008/07/25/o-fogo-anda-comigo">o fogo anda comigo</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/07/25/judas-barros-morreu</comments>
    <pubDate>Fri, 25 Jul 08 14:44:42 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Publicidade em campanha</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/07/21/publicidade-em-campanha</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/07/21/publicidade-em-campanha</guid>
    <description><![CDATA[<br />
Acho a Veja uma revista péssima. Mas, de vez em quando, perco o meu tempo com ela. Ontem, foi um destes dias. Fui ao Morumbi assistir ao meu São Paulo ganhar do Botafogo e eis que me oferecem um exemplar de graça. Peguei e quando cheguei em casa fui folhear. O editorial falava do IV Congresso de Publicidade que aconteceu na semana passada, com direito até a “mercham” no Faustão, que também participou do evento.<br />
<br />
O texto era uma imensa campanha contra as possíveis regulamentações que o governo venha a fazer para a propaganda de cigarro, bebidas e comidas com alto teor calórico. Claro, que foram recorrer ao argumento fácil de que a regulamentação é censura. <br />
<br />
Vamos lá. Primeiro, vou dizer eu bebo e volta e meia consumo alimentos com alto teor calórico (como McDonald’s), mas não gosto de cigarros. Sei que são coisas que em excesso podem me fazer muito mal (câncer, cirrose, enfarto e uma série infinita de doenças), coisas que as propagandas relutam em não dizer ou dizem de uma maneira chatíssima depois de um comercial superlegal quando a informação é obrigatória. Eles fazem parecer que estes produtos são super saudáveis e assim enriquecem os seus bolsos. <br />
<br />
Por fim, as pessoas entopem suas artérias com gordura trans, têm um ataque cardíaco e vão parar num hospital. Quem paga a conta? O McDonald’s? Claro que não. Na maior parte das vezes, a conta é paga pelo dinheiro que pagamos em impostos. Se é algo que não faz bem para ninguém porque é preciso ter propaganda? Será que as pessoas vão deixar de saber que existe cerveja e big mac? Não creio. Vão deixar de consumir? Eu, pelo menos, não. Mas, talvez deixem de ser iludir que suas vidas podem ser salvas pelo prazer de consumir uma batata frita e passe a evitar os excessos. Acho que garantir o direito ao acesso à informação verdadeira é dever do Estado, por isso, vou a favor da liberdade de imprensa, mas não da liberdade de manipulação ou de criação de ilusões que a indústria da publicidade está em defesa. Acho benéfico que exista uma regulamentação para o setor e, mais, a sociedade civil deveria participar deste debate. Mas aí já é pedir demais para um povo que paga todos os impostos que não consegue sonegar, né?<br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/07/21/publicidade-em-campanha">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://zero.tipos.com.br/arquivo/2008/07/21/mais-uma-da-serie-e-mails-esquisitos-que-me-mandam">Mais uma da série "e-mails esquisitos que me mandam".</a></li><li><a href="http://ciencia.tipos.com.br/arquivo/2008/07/21/por-que-os-jovens-nao-querem-ser-cientistas">Por que os jovens não querem ser cientistas?</a></li><li><a href="http://chuva.tipos.com.br/arquivo/2008/07/21/pro-marciao">pro marcião</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/07/21/publicidade-em-campanha</comments>
    <pubDate>Mon, 21 Jul 08 14:28:51 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Desacato</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/06/30/desacato</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/06/30/desacato</guid>
    <description><![CDATA[Tirar passaporte em São Paulo é uma verdadeira maratona. Vc entra no site, faz o seu cadastro, agenda,  espera dois, três meses e finalmente chega o dia de vc ir até a agência. Lá, é atendido por uma solicita funcionária que tem acima de sua cabeça uma placa escrita: “Desacato – blábláblá”. <br />
<br />
Se vc não notar a existência da placa, como foi o meu caso, ela vai fazer você notar. Basta fazer uma pergunta simples e despretensiosa. Por exemplo:<br />
- Posso ver a foto que será usada no passaporte?<br />
- Não.<br />
- Por quê não?<br />
- Porque não.<br />
- Nossa, achei que tivesse uma explicação.<br />
- O sistema [sempre o sistema com seus superpoderes] gera a foto e manda para o documento automaticamente, não dá para escolher. Já imaginou se todo mundo quisesse escolher a foto.<br />
- Poderiam pedir para a gente trazer a foto, como era antigamente, assim evitava este problema.<br />
<br />
Acho que discuti mais do que queria e ela sempre fazia questão de olhar para cima, como se quisesse me alertar: “mais uma palavra e te enquadro no desacato”.<br />
<br />
Como quero viajar e felizmente minhas férias estão próximas, fiquei quieta. Não dá para passar os esperados dias de folga numa cela. Na semana seguinte, voltei para buscar o passaporte. E desta vez, o funcionário era legal. Acho que homens têm uma tendência a tratar melhor as mulheres e vice-versa. O melhor é que ele não tinha a plaquinha de desacato sobre a cabeça.<br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/06/30/desacato">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://aveianopulso.tipos.com.br/arquivo/2008/06/30/y-asi-medio-bailando-medio-volando">Y así medio bailando, medio volando...</a></li><li><a href="http://lielson.tipos.com.br/arquivo/2008/06/30/trabalho-do-caralho">Trabalho do caralho!</a></li><li><a href="http://zero.tipos.com.br/arquivo/2008/06/30/bom-mesmo-e-escada-rolante">Bom mesmo é escada rolante.</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/06/30/desacato</comments>
    <pubDate>Mon, 30 Jun 08 13:30:33 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Palavras</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/06/05/palavras</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/06/05/palavras</guid>
    <description><![CDATA[Noutro dia, fui ao Museu da Língua Portuguesa. Nunca tinha ido, embora tantas pessoas recomendem. Estava no meu dia de turista na minha própria cidade, já que estava recebendo um amigo estrangeiro. Os ingressos custam R$ 4 e me disseram que as filas costumam ser longas, mas eu dei sorte. Não havia fila e os ingressos eram de graça. <br />
<br />
Ao explicar ao meu amigo que não teríamos que pagar pelos ingressos, me pus a pensar sobre a palavra "free", sinônimo de livre e de grátis. É isso!!!! O mundo seria muito melhor se a gente fosse livre e não tivesse que pagar para fazer coisas que temos vontade. Esta seria a única maneira de garantir verdadeiramente o direito de ir e vir, que é um dos princípios de nossa constituição. <br />
<br />
Hoje, a gente só pode ir até onde o nosso dinheiro nos permite e muitos têm que se submeter a regimes semelhantes aos escravocratas para conseguir um pouco de dinheiro para ir até a esquina comprar um prato de comida. Quero mais coisas free, quero me sentir mais free.<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/06/05/palavras">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://briguet.tipos.com.br/arquivo/2008/06/05/rua-sem-saida">Rua sem saída</a></li><li><a href="http://adevogados.tipos.com.br/arquivo/2008/06/05/post-42088">Post 42088</a></li><li><a href="http://chuva.tipos.com.br/arquivo/2008/06/05/p-p-por-hoje-e-so-pe-pessoal">p-p-por hoje é só pe-pessoal!</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/06/05/palavras</comments>
    <pubDate>Thu, 05 Jun 08 14:14:24 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>TPM</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/05/12/tpm</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/05/12/tpm</guid>
    <description><![CDATA[Como grande mulher de mentira, eu sempre achei que muitas mulheres mentem com relação aos efeitos da TPM. Tudo vira culpa da tal TPM. As brigas, as crises de choro, a comilança, a crise de enxaqueca... Eu sempre fui tranqüila de TPM, pois não é que estou sendo castigada. Dos últimos quatro meses, três eu fiquei chorosa, do tipo que é capaz de derramar lágrimas por em um comercial de cartão de crédito, como disse uma amiga minha. Afinal, é tudo tão bonito e fácil nestes comerciais e mesmo que você, pobre mortal, tenha o tal cartão parece que não vai conseguir usufruir de tudo o que este cartão pode proporcionar. Na boa, estou meio cansada desta história de passar a sentir os efeitos da TPM. Quero voltar ao meu estado de mulher de mentira que acha que isso tudo é invenção alheia.<br />
<br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/05/12/tpm">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://grimaldo.tipos.com.br/arquivo/2008/05/11/espaco-humanitas-filmes-apresenta-atualizado">Espaço Humanitas Filmes Apresenta (atualizado)</a></li><li><a href="http://luciana.tipos.com.br/arquivo/2008/05/11/this-is-a-wasteland-now">This is a wasteland now</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/05/12/tpm</comments>
    <pubDate>Mon, 12 May 08 11:09:16 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Sob um ângulo especial</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/05/05/sob-um-angulo-especial</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/05/05/sob-um-angulo-especial</guid>
    <description><![CDATA[Acho cinema muito caro em São Paulo, principalmente agora que desde março não tenho mais carteirinha de estudante. Mas um filme que vi na semana passada vale o asssalto dos R$ 19 do ingresso: “Um Beijo Roubado”. Eu fiquei pensando que vale até comprar o DVD.<br />
<br />
Pelo que sei Wong Kar Wai é queridinho dos estudantes de cinema, cinéfilos e jornalistas da área, que são capazes de passar horas falando dele, muitos deles até com certa propriedade. Eu sou apenas uma pessoa que gosta de ouvir histórias bem contadas: não importa se no cinema, em um livro ou numa roda de prosa. Então, não vou gastar horas e talvez nem fale algo tão interessante, porque não costumo ter grandes teses sobre filmes. O fato é que fico impressionado com o olhar e a sensibilidade deste cineasta.<br />
<br />
Parece que Kar Wai está sempre vendo a vida de um ângulo especial. Tenho a clara impressão que ele transforma qualquer cena corriqueira em algo muito especial de ser visto e isso faz os filmes dele valerem um lugar na estante de DVD. Sem contar que a maneira como ele abordar os sentimentos humanos sempre provoca em mim muita reflexão. Queria falar mais coisas, mas não estou a fim de estragar o cinema de ninguém. Então é isso, recomendo fortemente, como está na moda dizer, e depois quero ouvir outras opiniões.<br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/05/05/sob-um-angulo-especial">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/05/05/sob-um-angulo-especial</comments>
    <pubDate>Mon, 05 May 08 08:18:09 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Logo ali</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/29/logo-ali</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/29/logo-ali</guid>
    <description><![CDATA[- Na semana que vem é meu aniversário.<br />
- Vc gosta de fazer aniversário?<br />
- Acho que eu gosto sim, embora aniversário legal seja de criança quando tem sempre um monte de coisa gostosa para comer.<br />
<br />
Nesta noite, eu sonhei com um bolo da minha infância. Às vezes, eu tenho uns sonhos engraçados. Sonho com coisas de outras cidades onde já morei e no meio do sonho descubro que estas coisas não estão mais distantes. Foi assim com o bolo da Dona Luzia, minha vizinha em Mococa. Hoje, parecia que ela estava a apenas algumas quadras aqui em São Paulo e que poderia encomendar um bolo muito gostoso com um preço honesto. Acordei meio que procurando onde poderia ser esta casa dela aqui e cai na real lembrando que não existe.<br />
<br />
***********<br />
<br />
No Natal do ano passado, ganhei um super presente surpresa, daqueles que por um bom tempo vc vai se lembrar (bendita memória). Não é que às vésperas do meu aniversário ganhei outro presente surpresa também. Justo eu que odeio surpresas. Tem horas que parece que só dá para dizer: “Muito obrigada.” Vou seguir em frente sem olhar para trás.<br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/29/logo-ali">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://espiritodeporco.tipos.com.br/arquivo/2008/04/29/longe">Longe</a></li><li><a href="http://fermendonca.tipos.com.br/arquivo/2008/04/29/na-cabeceira">Na Cabeceira</a></li><li><a href="http://zero.tipos.com.br/arquivo/2008/04/29/meu-blog-de-papel-cap-5episodio-de-hoje-encarando-a-vida-com-pes-no-ch">meu blog de papel - cap. 5episódio de hoje: encarando a vida com pés no chão</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/29/logo-ali</comments>
    <pubDate>Tue, 29 Apr 08 13:03:14 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Testemunha? Não, tks</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/23/testemunha-nao-tks</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/23/testemunha-nao-tks</guid>
    <description><![CDATA[Minha relação com desgraça próxima é sempre muito distante. Paradoxo? Não. Ontem, aconteceu o tal terremoto e, hoje, várias pessoas vieram me perguntar se eu senti alguma coisa. Não, não senti nada e se me disserem que os jornalistas de Cidades inventaram o tal terremoto só porque não agüentavam mais escrever e falar sobre o caso Isabella Nardoni, sou bem capaz acreditar e até achar que fizeram bem. O caso parece solucionado. Notícia agora só quando sair a pena ou se os indiciados conseguirem inocência. Mesmo assim uma entrevista para dizer nada de novo ocupa 30 minutos do horário “nobríssimo” e milhares de árvores são derrubadas diariamente para mostrar os desdobramentos (?) da triste morte de Isabella.  <br />
<br />
Bem, voltemos ao terremoto. Só fique sabendo da tal nova tragédia hoje pela manhã. Abri a porta e vi o jornal com a manchete sobre o terremoto em São Paulo. Só pensei: “nossa, nem vi nada, que bom”. No ano passado, aconteceu uma coisa muito semelhante. Estava no Rio e passei um domingo inteiro dentro de casa curtindo a preguiça que um dia nublado me permite. Ouvi um certo movimento de carros de polícia que me disseram não ser normal. Como não sou carioca e não me sinto segura naquela cidade, nunca me espanto com a movimentação da polícia por lá. No dia seguinte, quando estou voltando para São Paulo vejo estampado na capa do Globo que um delegado havia levado 9 tiros exatamente na primeira rua paralela a que eu estava em Copacabana. Pensei: “que bom que não desci para tomar café no lugar que eu tanto gosto, mas que ficava bem na rua do tiroteio”. Preguiça, às vezes, faz bem.<br />
<br />
A outra tragédia próxima que eu consegui deixar distante foi em 2006. O PCC atacou um Pão de Açúcar que ficava exatamente ao lado da minha casa. Minha mãe me ligou 7h da manhã. Queria saber se eu estava bem, porque a Globo estava na frente da minha casa mostrando que o supermercado tinha sido atacado. Eu sequer tinha ouvido algo.<br />
<br />
Quero para sempre deixar as desgraças próximas muito longe de mim. É muito bom não me sentir envolvida na comoção social que elas provocam e poder dizer: não vi, não ouvi, não senti. Não sou testemunha da História.<br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/23/testemunha-nao-tks">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://grota.tipos.com.br/arquivo/2008/04/23/entre-vista">..en(tre)-vis_ta//</a></li><li><a href="http://briguet.tipos.com.br/arquivo/2008/04/23/a-terra-se-move">A Terra se move</a></li><li><a href="http://grota.tipos.com.br/arquivo/2008/04/23/i-sa-tori">i./--$$+sa-tori+]]]]></a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/23/testemunha-nao-tks</comments>
    <pubDate>Wed, 23 Apr 08 14:08:13 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Interrogações sobre mortes</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/10/interrogacoes-sobre-mortes</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/10/interrogacoes-sobre-mortes</guid>
    <description><![CDATA[Eu tenho o vício de acompanhar algumas notícias como novela, aguardando sempre o capítulo seguinte com uma certa ansiedade. A do momento é a morte de Isabella Nardoni. Tantas dúvidas e tantos nomes repetidos geram mais dificuldade para seguir o caso. A morte, por si só, já choca. A de uma criança vítima de violência é sempre mais triste. Não sei se este caso chegará a ter solução. Volta e meia, fico me questionando se estamos diante de outro caso similar ao:<br />
<br />
A) da Escola Base - em que inocentes foram criminalizados por um delegado inconseqüente e uma mídia idem<br />
B) de Madeleine – o ainda sem solução caso da inglesinha desaparecida em Portugal<br />
C) de Suzane von Richthofen – o do crime em família<br />
<br />
Não sei qual alternativa escolher. Dependendo da hora acho que uma é mais provável do que a outra. Mas mudou várias vezes, dependendo da notícia que leio.<br />
<br />
Outro tipo de morte que intriga muito são os suicídios. Já ouvi dizer que eles são mais freqüente aos domingos, em dias cinzas, em países frios e até que há uma predisposição genética para se tornar um deles. Não poderia afirmar se alguma destas teorias foi validada cientificamente. Sei apenas que nesta semana Margô deu o furo sobre o suicídio da funcionária da Folha que se jogou do oitavo andar. Deixou as botas, um filho e um casamento por se desfazer ou já desfeito, como ele apurou. Neste caso, acho que para os que ficam sempre resta a questão: Por quê? Poucas vezes, ela é solucionada com uma carta que o suicida deixa.       <br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/10/interrogacoes-sobre-mortes">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://chuva.tipos.com.br/arquivo/2008/04/10/e-vai-rolar-a-festa">e vai rolar a festa</a></li><li><a href="http://grota.tipos.com.br/arquivo/2008/04/10/satori-no-putz">satori no putz!</a></li><li><a href="http://janavila.tipos.com.br/arquivo/2008/04/10/e-de-abril">É de abril</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/10/interrogacoes-sobre-mortes</comments>
    <pubDate>Thu, 10 Apr 08 13:32:00 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Mentiras, verdades e felicidade</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/09/mentiras-verdades-e-felicidade</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/09/mentiras-verdades-e-felicidade</guid>
    <description><![CDATA[Ele apareceu meio do nada. E era para ser nada. Depois de um primeiro encontro, um mês de brigas pelo celular. Mensagens grosseiras. Ligações estranhas e tensas - a última, desligada na cara. Pronto, parecia que o fim tinha chegado. <br />
<br />
Uma semana depois, a mensagem: “Tá mais tranqüila? Quer conversar?” Naquela hora, não dava. Ela estava a alguns quilômetros de distância. Tinha ido desfazer o tal trabalho. Será que este era um sinal de que ele já estava desfeito? Aceitou conversar mais tarde. Se atrasou. Haveria um show. Ele não quis ir. Ela queria conversar e acabou cedendo. O show ficou de lado e a conversa em casa também. A terceira opção, um barzinho, acabou rolando.<br />
<br />
Foi até divertido, ao contrário do que se pudesse imaginar. Na conversa, angústias tão dela foram sendo apagadas por ele. Com a certeza de quem tem conhecimento de causa, ele dizia que as aflições não eram necessárias, que tudo era simples e seria resolvido. Dias depois, ela veria que ele tinha razão. Para compensar, convidou-o para jantar. Ele não podia. O mal do plantão também o afligia. <br />
<br />
Dois dias mais tarde, o tal jantar aconteceria. Um peixe muito bom. O vinho idem. Ela estava feliz. A conversa fluía e de repente começaram a falar de coisas que machucam. Achou de extrema sensibilidade ele tocar neste assunto. Talvez ele nunca saiba, mas a ganhou ali. Talvez cedo demais.<br />
<br />
Anos após o tal jantar, ele a machucaria. Justo ele que tinha pedido para ela não o fazer e tinha proferido um: “lógico que eu também vou cumprir o que estou propondo”. Aparentemente, ele não tinha descumprido o trato. Mas ela tinha descoberto que o acordo precisava ter sido mais amplo. Não era necessário ter outra pessoa na história para se sentir traída. Bastava uma mentira boba para a perda da confiança. E confiança, para ela, era como virgindade só se tinha uma vez.<br />
<br />
Ele ligou. Queria saber se ela nunca mais falaria com ele. Insistiu na mentira. Podia ter salvo a história com a verdade. Porque só ela mora na mesma casa que a felicidade. Telefones novamente silenciados. <br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/09/mentiras-verdades-e-felicidade">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://briguet.tipos.com.br/arquivo/2008/04/09/a-tosquice">A tosquice</a></li><li><a href="http://zero.tipos.com.br/arquivo/2008/04/09/assinei">Assinei</a></li><li><a href="http://joao.tipos.com.br/arquivo/2008/04/09/as-coisas-boas-de-curitiba_2">As coisas boas de Curitiba!</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/09/mentiras-verdades-e-felicidade</comments>
    <pubDate>Wed, 09 Apr 08 13:03:00 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Dia do Jornalista</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/07/dia-do-jornalista</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/07/dia-do-jornalista</guid>
    <description><![CDATA[Na home do UOL desta segunda-feira, apareceu a seguinte questão: "Você tem um amigo? Mande uma lembrança. Hoje é dia dele." Amigos jornalistas é o que menos me falta, mas pergunto: alguém quer ser lembrado por esta data? Há o que comemorar? Ainda mais mandando um cartãozinho de animação que ninguém abriria por achar que é vírus. E na verdade, nem vale a pena. Perdi meu tempo vendo as duas opções que são bem ridículas.<br />
<br />
<br />
<br />
  <br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/07/dia-do-jornalista">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://lielson.tipos.com.br/arquivo/2008/04/07/uma-modesta-proposta-em-prol-da-leitura-i">Uma modesta proposta em prol da leitura I</a></li><li><a href="http://janaina.tipos.com.br/arquivo/2008/04/07/o-titulo-e-intransitivo">o título é intransitivo</a></li><li><a href="http://rubao.tipos.com.br/arquivo/2008/04/06/timeco">TIMECO</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/07/dia-do-jornalista</comments>
    <pubDate>Mon, 07 Apr 08 12:40:19 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Simpatia profissional</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/03/simpatia-profissional</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/03/simpatia-profissional</guid>
    <description><![CDATA[Tem uma coisa que me irrita em demasia: os simpáticos profissionais. Sabe aquele vendedor que nunca te viu, mas que logo que você entra na loja fala: “gata, isso vai ficar o máximo”. E em salão de cabeleireiro então: você entra sendo “querida” e sai “maravilhosa”, mesmo se a tintura tiver ficado numa cor totalmente diferente da desejada e se o corte for um horror. <br />
<br />
Noutro dia, uma européia chefe de uma organização internacional veio me cumprimentar pela minha grande contribuição a um evento. Helloooo, eu estava ali como figurante, embora acreditasse na bandeira que estava sendo levantada. Fiquei assustada com o tamanho entusiasmo com que ela falava comigo. Mas segundos depois vi ela se despedindo de outra pessoa, que também tinha contribuído tão pouco quanto eu para o tal evento com o mesmo entusiasmo. Com várias pessoas, a cena se repetiu. Então, pensei: é isso, ela é simpática profissional, como o cara do salão, o vendedor e tantas outras pessoas que encontram na simpatia profissional uma maneira de ganhar a vida. <br />
<br />
Eu me sinto bem deslocada em tempos em que a sinceridade anda tão fora de moda. Mas prefiro continuar deslocada e dedicar meu tempo a encontrar outros deslocados do que deixar de ser uma antipática amadora para me tornar uma simpática profissional. Pelo menos, quando eu elogiar ou agradecer alguém vai ser sincero. E espero fazer isso, muitas vezes, porque não sou ingrata e procuro sempre reconhecer o valor do outro. <br />
<br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/03/simpatia-profissional">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://aurelia.tipos.com.br/arquivo/2008/04/03/grandes-novidhades-parte-1">grandes novidhades - parte 1</a></li><li><a href="http://lielson.tipos.com.br/arquivo/2008/04/02/so-pra-constar">Só pra constar</a></li><li><a href="http://briguet.tipos.com.br/arquivo/2008/04/02/a-dificil-arte-de-fazer-educacao-e-cultura-sem-dinheiro-publico">A difícil arte de fazer educação e cultura sem dinheiro público</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/04/03/simpatia-profissional</comments>
    <pubDate>Thu, 03 Apr 08 08:11:16 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Digna?</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/26/digna</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/26/digna</guid>
    <description><![CDATA[Os weberianos acreditam que o trabalho dignifica o homem. Será que dignifica as mulheres de mentira também? Acho que se dignificar, eu sou uma pessoa muito digna, cara. Como estou trabalhando nestes dias! Nem estou encontrando tempo para escrever neste blog. A Megasena vai sortear R$ 11 milhões hoje e eu nem joguei. Não deu tempo. Saco.<br />
O bom é que já posso começar a pensar em férias. Trabalhar só vale a pena porque há férias e décimo terceiro. Quero visitar os amigos que moram longe, conhecer novos lugares, esquecer que existe trabalho por uns dias. Tô precisando. <br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/26/digna">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://gisele.tipos.com.br/arquivo/2008/03/26/letrinhas-coloridas">:: letrinhas coloridas</a></li><li><a href="http://espiritodeporco.tipos.com.br/arquivo/2008/03/26/em-branco">Em branco</a></li><li><a href="http://grota.tipos.com.br/arquivo/2008/03/26/grande-premio-canal-brasil">grande prêmio canal brasil</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/26/digna</comments>
    <pubDate>Wed, 26 Mar 08 14:45:27 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Benigno: palavra de vida</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/19/benigno-palavra-de-vida</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/19/benigno-palavra-de-vida</guid>
    <description><![CDATA[O dia 24 chegou antes, graças ao pedido de urgência (a gente podia pedir urgência para tudo na vida, né?). A boa nova veio hoje. Sim, uma pessoa muito querida está doente. Deve sim precisar de uma cirurgia, isso só será confirmado no bendito dia 24. Mas não é câncer. NÃO É CÂNCER. Não tem noção de como eu fiquei feliz e acho que a Claro também, porque fui contar a notícia para muita gente. A médica disse: “é totalmente benigno” e benigno virou minha palavra preferida de agora em diante, a melhor de todo o dicionário. Ela vai nos ajudar a matar os leões que estiverem no meio do caminho.  <br />
<br />
*******<br />
<br />
A Folha Online trouxe hoje a notícia de um australiano que quer leiloar a própria vida (casa, emprego e até amigos) no eBay. O cara se separou e quer começar uma vida nova. Genial. Acho que, se der certo, a moda vai pegar.<br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/19/benigno-palavra-de-vida">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://galvez.tipos.com.br/arquivo/2008/03/19/tibet-individualismos-e-a-shirley">Tibet, individualismos e a Shirley</a></li><li><a href="http://espiritodeporco.tipos.com.br/arquivo/2008/03/19/bisteca-bebada">Bisteca bêbada</a></li><li><a href="http://chuva.tipos.com.br/arquivo/2008/03/19/a-mazi-vai-adorar-essa">a mazi vai adorar essa</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/19/benigno-palavra-de-vida</comments>
    <pubDate>Wed, 19 Mar 08 12:27:27 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Liberal conservadora ou conservadora liberal</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/17/liberal-conservadora-ou-conservadora-liberal</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/17/liberal-conservadora-ou-conservadora-liberal</guid>
    <description><![CDATA[Ela era rebelde. Queria mudar o mundo sobre duas rodas, como Che (clichê!?). Foi crucificada por assumir que fumou e tragou, perdeu o emprego. Quis virar gente grande e entrar para o mundo de Brasília. Quase chegou lá. Se separou. Largou as drogas. Encontrou Buda, Jesus, Jeová e todos os santos e orixás. Se encantou por um careca conservador já senhorzinho e casado. Passou a acenar outras bandeiras para atingir o poder. Trocou seus bótons. Achou um emprego de menininha. Passou a aparecer na TV toda produzida, dar mil entrevistas para jornais, acho que agora deve até freqüentar colunas sociais. Agora, é disputada entre os conservadores. Diz que não vai ceder porque quer ser a cabeça do poder. Não com o meu apoio. Ela me lembrou os tempos que estudei a história da república no começo do século passada: “nada mais conservador do que um liberal, nada mais liberal do que um conservador”.  <br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/17/liberal-conservadora-ou-conservadora-liberal">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://espiritodeporco.tipos.com.br/arquivo/2008/03/17/clube-dos-coracoes-partidos">Clube dos corações partidos</a></li><li><a href="http://milana.tipos.com.br/arquivo/2008/03/17/fantasia-de-animal-corporativo">Fantasia de animal corporativo</a></li><li><a href="http://vaca.tipos.com.br/arquivo/2008/03/17/lapide">Lápide</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/17/liberal-conservadora-ou-conservadora-liberal</comments>
    <pubDate>Mon, 17 Mar 08 13:57:38 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Oitava Mudança</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/oitava-mudanca</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/oitava-mudanca</guid>
    <description><![CDATA[Entre as coisas novas de 2008 uma já aconteceu: mudei de apartamento. Nos últimos 10 anos, mudei oito vezes. Antes disso, sempre morei na mesma casa, onde meus pais ainda vivem. Amo aquela casinha amarela, aqueles vizinhos-família, aquela rua na qual conheço tudo: as árvores, os cachorros, o cheio de chuva... <br />
<br />
Mas gostava também muito da minha antiga morada em SP tanto que fiquei mais de três anos lá. Foi o meu endereço por mais tempo na última década. No sábado à tarde, o apartamento vazio. O último encontro. Meu, seu, dele. Doeu muito. Estava tão convencida pela frase de uma amiga que já mudou muito mais do que eu e disse: TODA MUDANÇA É PARA MELHOR. No entanto, as mudanças me desorientam. Reencontros me desorientam. Talvez eu seja desorientada mesmo. <br />
<br />
A velha kit ficou pequena demais, depois que minha irmã caçula veio morar aqui. Na casa nova, ainda há muita coisa minha encaixotada. Minha irmã me pergunta quando vou terminar de organizar tudo. São livros, muitos livros. Roupas, sapatos, papéis. Não estou incomodada porque não estou precisando de nada que está nelas. É incrível como a gente tem sempre muito mais coisa do que precisa, mesmo quando tenta não acumular coisas inúteis.<br />
<br />
Encaixotei tudo muito rápido, sem pensar muito. Fiz a linha: tudo o que couber nestas caixas vai. E como as caixas eram infinitas, tudo coube. Agora, o trabalho de organizar vai ser grande, mas, nesta semana, estou meio sem vontade de fazer isso. Sem vontade de fazer qualquer coisa além de esperar o dia 24. <br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/oitava-mudanca">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://helena.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/estranha-lingua-do-parolin">Estranha língua do Parolin</a></li><li><a href="http://saraiva.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/notas-mentais">Notas mentais</a></li><li><a href="http://joao.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/essas-coisas-que-simplesmente-emocionam">Essas coisas que simplesmente emocionam...</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/oitava-mudanca</comments>
    <pubDate>Fri, 14 Mar 08 07:36:36 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>2008 28 28: coisas novas</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/2008-28-28-coisas-novas</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/2008-28-28-coisas-novas</guid>
    <description><![CDATA[Dia 28 de um mês ainda vindouro farei 28 anos e estamos em 2008. Não sou esotérica, numeróloga ou qualquer coisa que o valha, então não sei o que isso significa. Pessoas que talvez saibam tão pouco quanto eu, me disseram que a soma dá um e que isso significa tempo de iniciar novas coisas. 2007 dava nove. 27 anos dá nove. Nove = fim, foi o que as mesmas pessoas curiosas me disseram.  Estou na transição. Fico pensando será que não dá para iniciar coisas novas e boas sem perder as que eu tenho? Não dá para preservar pelo menos as pessoas queridas?<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/2008-28-28-coisas-novas">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://helena.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/estranha-lingua-do-parolin">Estranha língua do Parolin</a></li><li><a href="http://saraiva.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/notas-mentais">Notas mentais</a></li><li><a href="http://joao.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/essas-coisas-que-simplesmente-emocionam">Essas coisas que simplesmente emocionam...</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/2008-28-28-coisas-novas</comments>
    <pubDate>Fri, 14 Mar 08 07:32:26 -0300</pubDate>
</item>

<item>
        <title>Pontapé Inicial</title>
    <link>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/pontape-inicial</link>
    <guid>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/pontape-inicial</guid>
    <description><![CDATA[Faz anos que penso em fazer um blog. Margô sempre me falava que eu precisava ter um e eu relutava em aceitar porque fico pensando que não tenho nada muito interessante a escrever. Mas acho que é isso mesmo. NoBody e NenhumaCabra têm sempre algo muito surpreendente a dizer, mas as coisas precisam ser dita para esvaziar o estoque de pensamentos inúteis e abrir espaço para outros surgirem. A partir de agora, os meus ficam por aqui.<br />
<br />
Acho que o correto é me apresentar.  Como o título do blog é “Mulher de Mentira” precisa dizer algo sobre uma expressão que surgiu ainda nos tempos de UEL para me definir. No orkut, há a comunidade: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=10962391. Resumidamente, posso dizer que sou mulher que não faz caras e bocas para cumprir regras sociais idiotas que nem ao menos sabemos quem as criou. Me assumo como sou, vou atrás do que quero (em umas, ganho; em outras, perco) e, principalmente, não tem medo de buscar a minha própria felicidade. <br />
<br />
Não, não sei cozinhar super bem, não sei quase nada sobre prendas domésticas. Não fico só pensando em futulidades. Nenhum dos dois tipos de mulheres cantadas na música de Mário Lago e Ataulfo Alves me representam. Quem começar a ler este blog vai conhecer um pouco sobre este terceiro tipo de mulher, as de mentira.<br />
<br /><br /><strong><a href="http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/pontape-inicial">Clique aqui para ler os comentários deste post.</a></strong><h3>leia também no <a href="http://www.tipos.com.br">tipos</a>:</h3><ul><li><a href="http://helena.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/estranha-lingua-do-parolin">Estranha língua do Parolin</a></li><li><a href="http://saraiva.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/notas-mentais">Notas mentais</a></li><li><a href="http://joao.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/essas-coisas-que-simplesmente-emocionam">Essas coisas que simplesmente emocionam...</a></li></ul>]]></description>
    <category><![CDATA[geral]]></category>
    <comments>http://mrita.tipos.com.br/arquivo/2008/03/14/pontape-inicial</comments>
    <pubDate>Fri, 14 Mar 08 07:04:08 -0300</pubDate>
</item>

    </channel>
</rss>
